essa é mesmo boa

eu nunca tinha escutado essa música, mas achei muito boa... q letra interessante, né?

Confesso
Ana Carolina

Confesso acordei achando tudo indiferente
Verdade acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante
Quem sabe o amor tenha chegado ao final

Não vou dizer que tudo é banalidade
Ainda há surpresas mas eu sempre quero mais
É mesmo exagero ou vaidade
Eu não te dou sossego, eu não me deixo em paz

Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás
Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar seu tempo eu já roubei demais

Tanta coisa foi acumulando em nossa vida
Eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída
Perder o vazio é empobrecer

Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo ou não volte mais

Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás
Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar seu tempo eu já roubei demais

Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo ou não volte mais

Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás
Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar seu tempo eu já roubei demais

souhipocrita.com
Tinha um menino na rua, na porta do restaurante onde eu como, com um saco de pão bem grande. Uma senhora igualmente maltrapilha e já curvada pelos anos passou por ele. Ele a chamou por um monossílabo e lhe ofereceu um de seus pães. Ela disse que já havia comido e agradeceu. Não almocei e não consigo parar de chorar.
um conto curto

ao som de FORMATO MÍNIMO (Skank)

Não assistiu televisão. Quase não se moveu. Dormiu e sonhou coisas malucas e acordou num mundo maluco. Quase não acreditava no que aconteceu. Já não sentia nada a muito tempo e continuava não sentindo. E foi assim sem tristeza e sem alegria, sem agendamento e sem emoção... O 1º encontro perfeito, mas já era o milésimo. O primeiro olhar perfeito, mas já se olharam tantas vezes... a primeira culpa, o crime perfeito: sem testemunhas, sem culpados, sem vítimas e sem inocentes.

 

O fim de semana correu normalmente, com a mesma preguiça de sempre... Por incrível que pareça não vi muita gente, quase não fiquei com meus amigos e embora os tenha visto, estou morrendo de saudades, principalmente dessas duas aí embaixo e de todos os gatos que estão com elas! hehe 

 

OBS: o conto curto acima é baseado em relatos de um amigo, ou seja, não tenho nada a ver com isso!!! rsrs

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BRASIL, Sudeste, Mulher, de 20 a 25 anos, publicidade, evangélica
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